06.25.066 as duas faturas somam R$ 347.950,00, a proposta soma R$ 394.302,00 e o contrato traz R$ 340.000,00. A instrução é seguir o número dele, mas a inscrição vai pedir comprovação, então vale saber de onde sai a diferença.| id | Categoria | Tese específica | |
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| 15242 | Infraestrutura Técnica para Eventos | Um pavilhão tratado como instalação única: 16 salas de oficinas em paralelo, elétrica modular de 4 salas por caixa, espectro de RF como frente própria e contingência por padronização em vez de duplicação | ★ escrita abaixo |
| 15219 | Audiovisual | Integração entre conteúdo, equipamento e ambiente: 16 salas com kit idêntico, ilha central de recebimento de apresentações e tradução simultânea entregue no ouvido do público por mais de 3.100 receptores |
A Nobox Group (AV2PLAY) respondeu por toda a infraestrutura técnica e audiovisual do CIMI 360 2025, o Congresso Internacional do Mercado Imobiliário, realizado nos Pavilhões 1 e 2 do Distrito Anhembi, em São Paulo, de 23 a 25 de outubro de 2025. A contratante é a 3K Marketing, Comunicação e Eventos Ltda., CNPJ 52.389.050/0001-06, que assina como CIMI 360, promotora e organizadora do congresso, com Heitor Kuser como CEO. O co-realizador foi o COFECI, o Conselho Federal de Corretores de Imóveis, com os 27 CRECIs.
O CIMI 360 é um congresso de formação credenciado e carimbado pelo COFECI. Na 2ª edição reuniu mais de 8 mil inscritos em mais de 30 mil m², o dobro da anterior, com participantes de mais de 40 países. A grade teve 32 oficinas temáticas em 96 sessões, cada uma repetida três vezes nas 16 salas simultâneas, com capacidade declarada de dois mil congressistas por hora. Foram 550 horas de conteúdo, 35 CIMI Talks, 28 painéis nacionais, 10 internacionais e mais de 80 painelistas.
A operação da Nobox Group ocupou os dois pavilhões por oito dias: montagem de 19 a 22 de outubro, com duas madrugadas contínuas, e desmontagem na noite do dia 25 e no dia 26 inteiro.
O escopo cobriu, no mesmo piso e ao mesmo tempo, as 16 salas de oficinas de 150 lugares cada, a Arena, o Palco Mundo, o Palco América Latina, o Media Desk de apresentações, o credenciamento, o pórtico de abertura e cinco ambientes institucionais. Toda essa cadeia técnica ficou sob uma única responsabilidade, a parte elétrica inclusive, com mapa de pontos sobre a planta e distribuição setorizada por bloco de salas, fechada antes da montagem.
O áudio do público foi entregue por radiofrequência: mais de 3.100 receptores individuais para palestra silenciosa e tradução simultânea, com cabines duplas português e inglês, plano único de frequências e analista de espectro dedicado. Somam-se projetores de altíssima resolução nas 16 salas, mais de 50 técnicos de audiovisual, mais de 50 m² de painel de LED P2 em cinco ambientes e mais de 20 televisores.
Os praticáveis e a estrutura de sustentação foram montados pela própria equipe, sob engenheiro civil da casa. A captação de foto e vídeo, com imagens aéreas de drone, também foi feita pela Nobox Group. Em campo atuaram mais de 80 profissionais, em mais de 240 diárias. O projeto foi faturado em R$ 500 mil.
O CIMI 360 2025 não colocou diante da Nobox Group (AV2PLAY) o problema de equipar salas. Colocou o de energizar, sincronizar e proteger, dentro de um único pavilhão de mais de 30 mil m², um conjunto de ambientes técnicos que precisavam funcionar todos ao mesmo tempo, durante três dias, sem janela de manutenção.
São 16 salas de oficinas de 150 lugares operando em paralelo, mais a Arena, o Palco Mundo, o Palco América Latina, o credenciamento, o pórtico de abertura e os ambientes institucionais, tudo no mesmo piso em que a feira montava 158 estandes comerciais. E a ocupação não é a do evento: são oito dias de pavilhão, com montagem de 19 a 22 de outubro, incluindo duas madrugadas de trabalho contínuo, evento de 23 a 25 e desmontagem na noite do dia 25 e ao longo do dia 26.
O primeiro fator de dificuldade é a natureza do congresso. O CIMI 360 é um evento de formação de corretores de imóveis, credenciado e carimbado pelo COFECI, com capacidade declarada de formar até dois mil congressistas por hora. A grade foi desenhada como repetição: 32 oficinas temáticas apresentadas em 96 sessões, cada oficina repetida três vezes nas 16 salas simultâneas ao longo dos três dias. Grade de repetição não perdoa atraso. Uma sessão que não começa no horário empurra as duas repetições seguintes e desloca a matriz de horários do congresso inteiro, porque não existe folga entre uma janela e a próxima para absorver o atraso. O horário cumprido não é conforto de programação, é parte da entrega de formação.
O segundo fator é o espectro, e ele é o eixo do projeto. Distribuir o áudio das oficinas, a palestra silenciosa e a tradução simultânea por radiofrequência significa colocar mais de 3 mil receptores individuais, dezenas de microfones e todos os transmissores dentro do mesmo pavilhão, ao lado de 158 expositores com equipamento próprio ligado. Espectro é um recurso finito: não se compra mais dele, não se amplia capacidade acrescentando equipamento e não se resolve no dia com reforço de estoque. É o único insumo do projeto que não podia ser dimensionado por quantidade. Todos os outros riscos admitem reserva física; esse admite apenas mapeamento antecipado e gestão em tempo real.
O terceiro fator é a energia. A demanda do audiovisual não estava concentrada em um palco. Cada sala, cada oficina e cada espaço do evento tinha necessidade própria, e todos esses pontos dependiam de uma rede compartilhada com a montadora, com a feira e com os estandes. Dimensionar pela soma bruta não basta, porque o que define o risco é onde a demanda está e quantos ambientes dependem do mesmo trecho de distribuição.
O quarto fator é a ausência de redundância nativa. Cada sala era uma operação autônoma completa, com projeção, áudio, retorno e técnico próprio. Não havia sala reserva nem palco alternativo, e não existe orçamento que comporte duplicar um parque inteiro dezesseis vezes. A contingência tinha que vir do desenho do sistema.
O quinto fator é estrutural. Projetores e equipamentos ficaram suspensos em suportes metálicos montados pela própria equipe, sobre plateias sentadas, o que transforma a sustentação em matéria de responsabilidade formal, com engenheiro responsável pelo projeto e pela execução, e não em mais um item de montagem.
O sexto fator é o calendário. O contrato foi assinado em 16 de outubro para uma montagem que começaria no dia 19 e um evento que abriria no dia 23. A entrada do audiovisual no pavilhão só era liberada depois da montadora dos estandes, o que empurrou o grosso da instalação para duas madrugadas seguidas, com início à meia-noite. O desenho da elétrica, o plano de espectro e o projeto de estrutura precisavam estar fechados no papel antes disso. O escopo chegou à versão final depois de oito rodadas de proposta, tendo passado por configurações com o dobro de salas e dois palcos antes de fechar em 16 salas e um palco, e o projeto executado é a última dessas oito versões.
A resposta da Nobox Group (AV2PLAY) foi tratar o pavilhão como uma instalação técnica única, projetada no papel antes da montagem, e não como dezenas de frentes independentes que se encontram no piso.
A primeira decisão foi calcular a energia item a item, e não por estimativa diária. Cada ponto foi dimensionado a partir da necessidade real do espaço que ele alimenta, e o resultado virou um mapa de pontos desenhado sobre a planta e entregue à montadora e à geração de energia antes da montagem. A parte elétrica do audiovisual entrou nesse mesmo desenho, sob a mesma responsabilidade, fechada antes de a montagem começar. Isso colocou a demanda elétrica do audiovisual dentro do projeto do pavilhão, em vez de deixá-la virar pedido de última hora no dia da descarga.
A segunda decisão foi a arquitetura elétrica modular, na proporção de quatro para um: uma caixa elétrica para cada quatro salas de oficinas, quatro blocos no total, mais caixas próprias nos espaços institucionais, na Arena e nos demais palcos. Setorizar assim é decisão de contenção de risco. Define de antemão o tamanho do bloco afetado por qualquer intervenção na distribuição e mantém o resto do piso fora do alcance, o oposto de uma rede única em que qualquer ajuste alcança o evento inteiro.
A terceira decisão foi transformar o espectro em frente própria de projeto. Em vez de diluir a gestão de radiofrequência entre os técnicos de áudio, o projeto contou com um analista de espectro dedicado da própria equipe, com sistema completo de monitoramento, em cinco diárias, como item autônomo da proposta comercial. É o reconhecimento antecipado, e por escrito, de que o maior risco técnico do evento não era imagem nem som, era frequência. Na mesma linha, a tradução simultânea das três frentes, oficinas, Arena e Palco Mundo, foi contratada de um fornecedor único, o que colocou os mais de 3.100 receptores e todos os transmissores dentro de um só parque de radiofrequência e de um só plano de frequências, no mesmo gerenciamento dos microfones, em vez de somar planos de fornecedores diferentes disputando as mesmas faixas. As cabines de tradução eram duplas, entre português e inglês, e os receptores foram distribuídos em 2.400 nas oficinas, 600 na Arena e 100 no Palco Mundo.
A quarta decisão foi padronizar as 16 salas até o último item. Todas receberam exatamente o mesmo conjunto, do projetor à tela, do retorno ao passador de slides e ao notebook. Padronização é a contingência de um projeto que não pode duplicar parque: com kit idêntico em todas as salas, qualquer peça de reserva serve em qualquer sala, qualquer técnico assume qualquer posição sem retreinamento e a troca de um item vira operação de minutos. Somou-se a isso um almoxarifado avançado montado dentro do próprio pavilhão, com reserva de equipamento, o que manteve a reposição dentro da operação em vez de depender de estoque externo.
A quinta decisão foi tratar o suprimento como engenharia, e não como compras. A matriz de recursos do projeto cruza, área por área, necessidade contra estoque próprio, aquisição, sublocação eventual e pendência final. É ela que aponta o que precisa ser resolvido antes da montagem, e não durante.
A sexta decisão foi de responsabilidade. A Nobox Group assume a cadeia técnica inteira sob um único responsável, com engenheiro civil da própria equipe, e no CIMI 360 2025 não foi diferente: projeto e execução das estruturas metálicas provisórias, dos praticáveis, da estrutura elétrica e dos equipamentos audiovisuais saíram sob a mesma responsabilidade. Estrutura suspensa sobre público tem nome e assinatura por trás, e essa cadeia não foi repassada a terceiros.
A sétima decisão foi de operação: posto técnico dedicado em cada uma das 16 salas, dentro de uma equipe de mais de 50 técnicos de audiovisual, coordenadores setorizados, técnicos de áudio, de radiofrequência e de vídeo como líderes operacionais do evento, operadores de apresentação e o Media Desk como ilha única de recebimento de conteúdo, com plantão durante toda a programação. Todas as salas foram ligadas entre si por uma rede interna cabeada pela própria equipe. Tirar o arquivo do palestrante da sala e centralizá-lo é o que mantém o técnico de sala dentro da sala. Em campo atuaram mais de 80 profissionais, e o controle de mão de obra fechou em mais de 240 diárias.
O retorno mais forte deste case não está no contrato de 2025, está no que ele gerou depois. A entrega da Nobox Group (AV2PLAY) foi faturada em R$ 500 mil, e os projetos abertos na temporada de 2026 a partir do CIMI 360 2025 chegam a cerca de quatro vezes esse tamanho, aproximando-se de R$ 2 milhões. Não existe depoimento formal do contratante sobre o projeto, e sim a nota de avaliação que ele atribui à operação: NPS 9,7.
A entrega foi feita dentro do cronograma contratado. A montagem ocupou o pavilhão de 19 a 22 de outubro, incluindo duas madrugadas de trabalho contínuo, o evento ocorreu de 23 a 25 de outubro e a desmontagem tomou a noite do dia 25 e o dia 26 inteiro. Somados, foram oito dias de ocupação dos Pavilhões 1 e 2 do Distrito Anhembi, sustentados por mais de 80 profissionais em campo e mais de 50 técnicos de audiovisual, com o controle de mão de obra do fechamento confirmando exatamente esse tamanho: mais de 240 diárias.
O indicador mais direto de que a infraestrutura sustentou o congresso é a grade cumprida. O balanço divulgado pelo COFECI registra todas as oficinas temáticas apresentadas em 96 sessões: foram 32 oficinas, cada uma repetida três vezes, nas 16 salas simultâneas ao longo dos três dias, com capacidade declarada de formação de até dois mil congressistas por hora. Grade de repetição não perdoa atraso, porque uma sessão que não começa no horário empurra as duas repetições seguintes e desloca a matriz de horários do congresso inteiro. E o CIMI 360 é um congresso de formação de corretores de imóveis, credenciado e carimbado pelo COFECI, o que faz do horário cumprido parte da própria entrega ao congressista.
O segundo indicador é o dimensionamento confirmado em operação. A arquitetura das caixas elétricas por número de salas e o parque de mais de 3.100 receptores de radiofrequência foram integralmente empregados nos três dias, com tradução simultânea, servindo as oficinas, a Arena e o Palco Mundo dentro de um plano único de frequências.
O terceiro indicador é a cadeia técnica assumida por inteiro. Estrutura metálica provisória, praticáveis, instalação elétrica e equipamentos audiovisuais saíram todos sob uma única responsabilidade, com engenheiro civil da própria equipe, e o conjunto recebeu atestado independente de estruturas para evento temporário. Em pavilhão público, com estrutura suspensa sobre plateia, é isso que autoriza a operação.
O quarto indicador é a ampliação de demanda durante a própria realização. Além do contrato, o projeto gerou faturamento extracontratual, aprovado em campo e emitido em 27 de outubro, ainda durante a desmontagem. Ampliar demanda com o fornecedor que está em operação, no meio da operação, é decisão que só se toma quando a entrega em curso está sob controle. Houve também a captação de foto e vídeo de todo o evento, com imagens aéreas de drone, registradas pelo time da Nobox Group, e a gravação das oficinas, com operação de câmera e edição posterior, remunerada em contrato adicional e devolvida em mais de 1 TB de material de vídeo.
O quinto indicador é o resultado do evento que a infraestrutura sustentou. O CIMI 360 2025 fechou com mais de 8 mil inscritos, recorde do congresso e o dobro da primeira edição, em mais de 30 mil m², com público das 27 unidades da federação e presença internacional. Durante os três dias foram assinados dois acordos institucionais e anunciado o lançamento global do congresso no MIPIM, em parceria com o Ministério do Turismo.
O sexto indicador é o mais difícil de contestar, que é a recontratação. O CIMI 360 2025 abriu para a Nobox Group uma safra de projetos na temporada seguinte, todos com pasta e centro de custo próprios: a edição 2026 do congresso, os projetos dos CRECIs do Maranhão, do Amazonas, de Minas Gerais e de Goiás, o estande do CIMI Invest com o CRECI do Rio de Janeiro e três frentes adicionais com a montadora do evento. Um congresso que devolve nove projetos no ano seguinte não foi recontratado por preço. E na edição de 2026 a Nobox Group passou a responder por um escopo ainda maior dentro do próprio CIMI 360.
| Contratante | 3K Marketing Comunicação e Eventos Ltda., CNPJ 52.389.050/0001-06, nome fantasia CIMI 360, CEO Heitor Kuser Contrato e consulta ao CNPJ, confirmado 04/09 |
|---|---|
| Público | mais de 8.000 inscritos, recorde e o dobro da 1ª edição cofeci.gov.br, papoimobiliario.com |
| Área do evento | mais de 30.000 m², Pavilhões 01 e 02 do Distrito Anhembi cofeci.gov.br, OS |
| Salas operadas | 16 salas de oficinas de 150 lugares, 4 blocos temáticos de 4 salas Áudio Guilherme 04/09 21h31, OS, programação oficial |
| Janelas de sala | 6 janelas por dia em 16 salas nos 3 dias, até 288 janelas Programação Oficinas CIMI360 |
| Grade realizada | 32 oficinas temáticas em 96 sessões, cada uma repetida 3 vezes cofeci.gov.br |
| Energia | 41,715 kW em 20 pontos de 220 V Cálculo KVA CIMI 360 2025 |
| Arquitetura elétrica | 1 caixa para cada 4 salas, 4 nas oficinas mais 3 nos estandes, steck de 5 vias 32 A e disjuntor 50 A ESCOPO ELÉTRICO.docx |
| Radiofrequência | mais de 3.100 receptores de tradução e palestra silenciosa: 2.400 nas oficinas, 600 na Arena, 100 no Palco Mundo Áudio Guilherme 04/09 21h31, Proposta v.07 |
| Tradução simultânea | 3 cabines duplas português e inglês, 1 fornecedor único para as 3 frentes Proposta v.07 |
| Gestão de espectro | 1 analista dedicado com sistema completo de monitoramento de RF, 5 diárias Proposta v.07, item 5 |
| Projeção | 16 projetores de 7.000 ANSI lumens e 16 telas de 150 polegadas Proposta v.07, Matriz de Recursos |
| LED | mais de 50 m² de LED P2 em 5 superfícies, mais de 20 televisores institucionais Áudio Guilherme 04/09 21h31 |
| Estrutura | Box truss Q15 e praticáveis, com responsabilidade técnica própria e atestado independente de estruturas Atestado CR Serviços |
| Equipe | 80 profissionais em campo, mais de 240 diárias e mais de 50 técnicos de audiovisual na operação Áudio Guilherme 04/09 21h31, controle de MDO do fechamento |
| Prazo | Contrato assinado 16/10 para montagem em 19/10, com 2 madrugadas de instalação e desmontagem na noite de 25/10 e no dia 26/10 inteiro Áudio Guilherme 04/09 21h31, cronograma da OS |
| Valor | R$ 500 mil de faturamento, autorizado pelo Guilherme para uso na inscrição Áudio Guilherme 04/09 21h29 |
| Acervo gravado | mais de 1 TB de material de vídeo, organizado por dia, bloco e sala Áudio Guilherme 04/09 21h31, que corrigiu o volume dito na primeira vez; a contagem da pasta 05. Conteúdo deu 845,8 GB em 172 arquivos, e prevalece o número do áudio |
| Retorno gerado | cerca de 4x o valor do case em projetos de 2026 nascidos do CIMI 2025, perto de R$ 2 milhões Áudio Guilherme 04/09 21h29 |
| Avaliação do cliente | NPS 9,7. Não existe depoimento formal, e o texto não inventa nenhum Áudio Guilherme 04/09 21h29 |
| Gravação das oficinas | Remunerada, com operação de câmera e edição posterior, em contrato adicional (POS), por isso não aparece na proposta principal Áudio Guilherme 04/09 21h31 |
| Captação aérea | Drone executado, com imagens aéreas do próprio evento Áudio Guilherme 04/09 21h31 |
| O que falta |
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